Terça-feira, 7 de Agosto de 2007

A História Devida

 

A minha história «O Living Museum», escrita a propósito de uma viagem a Nova Iorque, volta hoje a ser lida aos microfones da RDP/Antena 1 pelo actor José Pedro Gomes, no programa «A História Devida», às 17:20, 21:20 e 02:20.

Para quem não tiver oportunidade de ouvi-la, ela irá estar disponível em podcast no site da Antena 1 http://multimedia.rtp.pt/index.php?prog=2145

 

 

 

De 2ª a 6ªfeira (17:20, 21:20 e 03:20)
Porque toda gente tem uma história para contar...
Um programa diário da RDP, apresentado por Miguel Guilherme e por Inês Fonseca Santos, baseado no conceito posto em prática por Paul Auster nos Estados Unidos da América.

 

Terça-feira, 7 de Agosto: O Living Museum, José Domingos Costa
Esta é a primeira história lida n’A HISTÓRIA DEVIDA que se passa em Nova Iorque. Por isso, tem esse ambiente da paisagem nova-iorquina e fala de museus, do Starbucks, dos arranha-céus, da 5ª Avenida, das maravilhosas pastelarias... É uma história sobre uma pequena confusão que teve origem na expectativa que o narrador tinha de encontrar, num museu nova-iorquino, aquilo a que ele chama «performances pós-modernistas»

 

Quarta-feira, 8 de Agosto: Segunda-feira de Páscoa, Isabel Furtado de Mendonça
Uma história sobre uma cadela chamada Lira passada num tempo em que uma família inteira trabalhava no mesmo negócio. É uma história sobre uma prova de amizade e lealdade dada por um animal às pessoas a quem se afeiçoou: «Como era um talho de grande movimento, grande era o número de rafeiros que por ali circulavam à espera de um naco de carne. Toda a família os afugentava, pois tais rafeiros só traziam mais distúrbios aos outros animais. Entre eles encontrava-se Lira, uma cadela de pêlo curto e branco, e com uma pata coxa (fruto de um acidente perto da linha do caminho-de-ferro que passava nas redondezas).»

Quinta-feira, 9 de Agosto: : História de vida, Maria da Conceição Cruz Mira
Uma história divertida sobre um pequeno equívoco capaz de demonstrar como a língua portuguesa se presta a grandes confusões linguísticas: «Chamo-me Conceição, mas todos me tratam por São. O meu último nome de solteira é Cruz, mas tinha-me casado recentemente e ainda não me era habitual dizer Mira. Então vacilei: São
Cruz ou São Mira? Bom, optei e respondi: - São Cruz. Houve uma pausa na resposta da senhora.»

Sexta-feira, 10 de Agosto: O Sud-Expresso, João António da Cruz
Uma história contada por alguém que partiu em busca de um futuro melhor. A história passa-se numa estação de comboios e prova como o chamado "bom português" nunca se livra de ouvir uma grande lição...: «O estreito corredor que se estendia ao longo da via férrea, cercada por um alto gradeamento e limitado pelo desnível do fosso onde assentavam os carris, ficou em poucos minutos pejado de emigrantes portugueses que seguiam em busca da terra prometida. Entorpecidos por longas horas de viagem, estendiam-se aos poucos pela pista, acomodando as suas traquitanas como vendedores num mercado de rua.»  

 

publicado por jdc às 11:39
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